Os Estados Unidos realizaram ataques contra Caracas, capital da Venezuela, e contra alvos em ao menos outros três estados venezuelanos na madrugada deste sábado. A informação foi divulgada pelo próprio presidente americano, Donald Trump, por meio de uma publicação em sua rede social oficial.
Pouco depois da ofensiva, o governo venezuelano decretou “estado de emergência” em todo o país, alegando ameaça à soberania nacional e à segurança institucional. A ação elevou de forma imediata a tensão política e militar na América do Sul e provocou reação de governos e organismos internacionais.
Trump afirma captura de Nicolás Maduro e da primeira-dama
Em sua declaração, Donald Trump afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados durante a operação. Segundo o mandatário americano, o casal teria sido “levado para fora do país”, sem detalhar o local ou as condições da suposta detenção.
Até o momento, não houve confirmação independente dessas informações por organismos internacionais, imprensa venezuelana ou autoridades multilaterais, o que aumenta o grau de incerteza em torno do episódio. O Palácio de Miraflores, sede do governo venezuelano, não confirmou oficialmente a captura.
Governo venezuelano reage e fala em agressão externa
Em comunicado divulgado nas primeiras horas do dia, o governo da Venezuela classificou os ataques como uma “agressão direta dos Estados Unidos” e afirmou que medidas excepcionais foram adotadas para preservar a ordem interna e a defesa nacional.
O decreto de estado de emergência autoriza a mobilização das Forças Armadas, restringe deslocamentos em áreas estratégicas e permite ações extraordinárias de segurança. Autoridades venezuelanas também afirmaram que a população deve permanecer atenta às comunicações oficiais.
Ataques teriam atingido áreas estratégicas
De acordo com informações preliminares divulgadas por fontes ligadas ao governo americano, os ataques teriam como alvo infraestruturas consideradas estratégicas, incluindo centros de comando e instalações militares.
Não há, até o momento, números oficiais sobre vítimas ou danos materiais. Organizações humanitárias e entidades internacionais acompanham a situação com preocupação, especialmente diante do risco de impactos sobre a população civil.
Contexto da escalada entre EUA e Venezuela
A ofensiva ocorre em meio a anos de tensão diplomática entre Washington e Caracas, marcados por sanções econômicas, acusações de violações de direitos humanos e disputas sobre a legitimidade do governo venezuelano.
Os Estados Unidos acusam o regime de Nicolás Maduro de práticas autoritárias, corrupção sistêmica e envolvimento com atividades ilícitas. Já o governo venezuelano afirma ser alvo de perseguição política e ingerência estrangeira.
Especialistas destacam que qualquer ação militar direta representa um novo patamar no conflito, com potenciais repercussões regionais e globais.
Reação internacional e preocupação regional
Governos da América Latina e da Europa passaram a acompanhar o caso com cautela. Organismos como a ONU e a OEA ainda não se pronunciaram oficialmente, mas fontes diplomáticas indicam que reuniões de emergência podem ser convocadas.
Analistas alertam que o episódio pode desestabilizar ainda mais a região, afetar fluxos migratórios e pressionar economias vizinhas, além de reacender debates sobre soberania e intervenção internacional.
Próximos passos e cenário de incerteza
O cenário permanece altamente volátil, com muitas informações ainda em fase de confirmação. Especialistas recomendam cautela na divulgação de dados não verificados, enquanto a comunidade internacional pressiona por esclarecimentos oficiais.
Nas próximas horas, espera-se:
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Pronunciamento formal do governo venezuelano
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Detalhamento da operação pelo Pentágono
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Reações diplomáticas de países da região
Enquanto isso, a população venezuelana vive um momento de tensão e incerteza, diante de um dos episódios mais graves da relação entre Estados Unidos e Venezuela nas últimas décadas.
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