Israelense que chamou Brasil de “anão diplomático” diz que brasileiros apoiam Israel

1 ano atrás 14

Sua leiturai

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar

A matéria que você está lendo agora+0

Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.

Que tal saber mais sobre esse assunto?

LulaEx-porta-voz da chancelaria israelense relembrou crise entre os dois países em 2014 por falas do governo sobre Israel.| Foto: Ricardo Stuckert/Secom

O ex-porta-voz da chancelaria de Israel, Yigal Palmor, afirmou nesta segunda (19) que mais da metade dos brasileiros apoia a ação israelense ao ataque terrorista do Hamas, cometido em outubro do ano passado, em contraponto às falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra o país.

Palmor foi o autor da famosa expressão “anão diplomático”, cunhada em 2014 após o Brasil chamar de volta o embaixador brasileiro em Tel Aviv em outra crise envolvendo Israel e o Hamas.

Em uma postagem nas redes sociais, Yigal Palmor se pronunciou sobre a mais recente fala de Lula que comparou o contra-ataque israelense ao Hamas com o Holocausto reproduzindo um trecho de uma pesquisa realizada em novembro do ano passado pelo instituto Real Time Big Data pouco depois do início do conflito.

O levantamento aponta que que 66% dos brasileiros concordam com a reação de Israel, e que 77% discordam da posição de Lula de que Israel é que estaria cometendo atos terroristas em Gaza.

“73% querem que o Brasil defina oficialmente o Hamas como uma organização terrorista”, seguiu Palmor na postagem (veja na íntegra).

Palmor não faz mais parte do governo israelense, e agora atua em uma agência que estimula a imigração de judeus para o país. A reação do ex-porta-voz ocorreu pouco depois da chancelaria de Israel declarar Lula “persona non grata” no país pela fala considerada antissemita até que se retrate.

O assessor especial da presidência para assuntos internacionais, Celso Amorim, afirmou à Gazeta do Povo que Lula não vai se retratar, tanto que chamou de volta ao país o embaixador Frederico Meyer e convocou o homólogo israelense no Brasil, Daniel Zonshine, a prestar esclarecimentos.

A crise foi desencadeada por uma declaração do presidente que equiparou a ofensiva israelense à Faixa de Gaza com o Holocausto. “O que está acontecendo na Faixa Gaza não existe em nenhum outro momento histórico, aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”, afirmou Lula.

Receba nossas notícias&nbspNO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Leia o artigo inteiro